O Dinheiro na Igreja! – I
A Bíblia fala o bastante sobre dinheiro e com a propriedade de ter falado também de como eram as transações comerciais antes de existir a moeda, o dinheiro! Jesus tinha um tesoureiro, lembra-se?!
O dinheiro, como nós o conhecemos hoje, representa valores materiais! Note bem, estou dizendo que o dinheiro REPRESENTA valores… não é em si mesmo um valor, a não ser o do material usado para confeccioná-lo! Por exemplo, a nota de um real representa menos do que custa, ou do que de fato vale! Já pedi ao Banco Central Brasileiro informações sobre o Sistema Financeiro para termos aqui dados precisos e lubrifiquemos nossas consciências cidadãs, conhecendo as informações corretas!
Discute-se a relação humana com o dinheiro em todos os setores da vida, claro, não poderia ficar de fora a área da religião, igreja!
O ganho, o gasto, o manuseio, a aplicação, a reserva, a noção do valor e significado monetários, etc. são aspectos dessa discussão que por si mesma é interessante. Porém, quando se trata da área religiosa ou eclesiástica é comum a discussão trazer um sabor de amargura, de desconfiança, de inconformismo, de revolta ou até mesmo de rejeição da relação da igreja ou religião com o dinheiro. Mas isto é pura demagogia. Infantilidade. Má vontade. Ignorância! É mais uma dessas coisas inexplicáveis que praticamos e, depois, pelo instinto de autodefesa, dizemos que não sabemos porquê! Sabemos sim! O ciúme não está descartado. Há ciúme presente em muitas reações ao dinheiro no recinto da igreja por parte de muitos crentes e em várias igrejas batistas e não-batistas!
Abro esta coluna para discutirmos um pouco este assunto à luz da Bíblia, em todos os seus enfoques: A fé, a vida cristã, os cargos, a participação financeira dos membros, do pastor, dos projetos, etc.
Crentes fiéis as vezes cometem o erro de abandonar a questão do dinheiro na igreja em nome da “confiança” naqueles que cuidam das finanças da igreja. Já os crentes infiéis cometem um erro mais comum: fogem de todas as formas quando o assunto na igreja é dinheiro, assim, querem evitar o constrangimento e se manter no anonimato da sonegação e do sentimento de desconfiança de todos citando maus exemplos de crentes (tesoureiros, pastores, etc.) que já deram desfalques ou golpes em igrejas. Geralmente esses arredios ao dinheiro na igreja sabem muitas estórias e, assim, alimentam essa atitude própria do “…espírito do anticristo…”! (I João 4:1-3). Pastor Gilson
O Dinheiro na Igreja! – II
Falta dinheiro e sobra dinheiro em muitas partes do mundo, em muitas organizações e em um sem número de lares (famílias)!
Assim, podemos perceber, com facilidade, que por todos esses segmentos sociais já alcançamos as igrejas e ou religiões também por toda parte. Daí, falar do dinheiro na igreja, como tema geral, nos obriga às distinções, porque, por serem as igrejas e religiões formadas por pessoas, cada uma delas deve ter as características das pessoas que a compõem!
Porém, meu propósito não é o de falarmos de situações mas de condições! Estou mais atento aos princípios norteadores e ao uso que se faz deste meio que é o dinheiro, elemento impessoal que dá aos seus usuários a oportunidade de revelarem seu caráter e, mais ainda, a sua compreensão da vida ou a cosmovisão pessoal.
Sempre temos em tudo aquilo que está estabelecido elementos norteadores que costumo denominar de pressupostos.
Certamente, nossos procedimentos, buscas, realizações, e “conquistas” são íntimos dos nossos pressupostos, isto é, aquilo que, declarado ou ocultado, de fato, g o v e r n a nossas ações e imprime o tipo de qualidade que predomina no conjunto de nossa vida individual que, lógico, se difunde pelo tecido social.
Hoje, quero transcrever a visão de um autor batista, que é um estudioso e pode nos dar uma dimensão bem anterior que será útil para o que ainda vou falar aqui, mais adiante. Trata-se de E.Y. Mullins, em OS AXIOMAS DA RELIGIÃO: “Observa-se atualmente na América, que os homens vivem quase exclusivamente para os negócios e para a política. Aqueles que no estrangeiro estão estudando a nossa vida social e política, como Bryce e outros, espantam-se ao ver como o nosso povo luta tenazmente para adquirir dinheiro. Aquele que alcança uma grande fortuna é para os americanos um herói. O ser bem ou mal sucedido na vida depende, para eles, de saber ou não saber ganhar dinheiro. A prosperidade comercial é muitas vezes devida ao fato de se considerarem bons todos os meios de enriquecer. O saber ganhar dinheiro é uma qualidade indispensável até mesmo no pastor e no presidente de qualquer centro educativo. Os romances e outras obras literárias são geralmente escritos tendo-se em vista o interesse monetário. Os partidos políticos são obrigados a interessar-se muito pela sua situação financeira, pois que só obtém um grande número de votos se dispuserem da varinha mágica que produz um verdadeiro aluvião de moedas de prata.” 3ª Edição–1956–286p. – C.P.Batista.
Portanto, a visão da realidade abarcando todo o mundo, sinaliza que a concepção de vida é monetária, se entendemos bem o que diz Mullins. Assim, parece não termos a permissão de pensarmos na vida sem a tintura forte do dinheiro! Isto é bom ou mau? Cremos que seja mau, mas, sem outra alternativa: Se ignorarmos esta realidade poderemos piorar todas as situações! Mas, se aderirmos podemos piorar a nós mesmos! Então, quê fazer? GCS
O Dinheiro na Igreja! – III
Então, diante do que tratamos no boletim 103, lidar com o dinheiro na igreja dentro daquilo que chamamos de condições e princípios em contraste com as diversas situações que enfrentamos requer além do entendimento bíblico uma compreensão efetiva.
Dentre as coisas religiosas que transpassaram do AT para depois do NT e nos alcançam aqui e agora, está o dinheiro! E, o trânsito do dinheiro, entre os filhos de Deus no AT, precisa ser bem entendido por nós para avançarmos nas prerrogativas dadas pela Revelação Completa (toda a Bíblia) com base no contexto gerado pelo NT impedindo a interferência dos procedimentos do AT!
Lá no AT temos o povo de Deus dentro de uma nação de Deus! E, isto não existe hoje que temos as igrejas de Deus dentro das nações que não são de Deus. Cumprindo a Lei e os Profetas Jesus fez alterações que se forem ignoradas nos impedirão de ter uma noção sadia do que Ele propõe para a administração do dinheiro na igreja! Jesus Cristo, para nós que vivemos num período pós-Revelação Completa, alterou o dízimo, alterou a oração, alterou o relacionamento dos Seus filhos com Ele, alterou a adoração e o culto a Ele, além de ter eliminado o Sábado da prática religiosa, extinguido o jejum, acabado com o sacrifício de animais, a circuncisão, o sacerdócio levítico (o pastor de igreja de Cristo não tem funções sacerdotais!), ao mesmo tempo que instituiu “novidades” que para nós deste tempo pós-revelacional não são novidades, são normais, como: igreja, batismo, presença permanente de Deus, pastor, diácono, membresia, e função e missão para Suas igrejas também como coisas inéditas, a serem aprendidas no NT, apenas!
Portanto, dízimos e ofertas no AT têm sentido novo na igreja que nasceu no NT. O crente de hoje deveria ter consciência claríssima de tudo isso que acima ventilo para não dar interpretações à suas contribuições na igreja! No NT o pastor tem salário (honorário, alguns preferem dizer). No AT o sacerdote não tinha salário, tinha participação no bolo do “orçamento”! Lá havia casa do tesouro aqui há tesoureiro. Lá o que era de “César” era junto com o que era de Deus, porque tudo era de Deus! Aqui o quê é de “César” não tem nada a ver com o que é de Deus (igrejas desligadas do Estado!).
-O salário indigno pago ao pastor batista é sinal nítido de erro de entendimento! Gera tensão e idéias malucas de compensações… Com raríssimas exceções os salários dos pastores batistas são vergonhosos e a estabilidade, segurança, que são itens básicos para um ministério sólido, orientado, produtivo, f a l t a n d o, gera ameaças, dores, e muito sofrimento para os dois lados!
-O trabalho indigno dos pastores batistas é outro fator de perigo na linha dos objetivos das igrejas e na linha sucessória do ministério pastoral. Via de regra há tumulto ou confusão naquilo que precisa ser sereno e animador que é a substituição de um pastor! Por quê? Por causa da falta de significado e finalidade no trabalho do pastor! Até parece que o NT não é claro nisto! Mas é, claríssimo! Pastor Gilson
O Dinheiro na Igreja! – IV
O DÍZIMO VEM DO AT E É CONSOLIDADO NO NT PARA SER PRATICADO NAS IGREJAS DE CRISTO MODIFICADO PELO SEU ENSINO E O ENSINO DO NT: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé, estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas.” Mateus 23:23. O novo tesoureiro da igreja de Cristo em Jerusalém eleito logo após a ascensão, antes mesmo da vinda do Espírito Santo prometida por Jesus, tendo a igreja dez vezes mais membros do que quando foi nomeado o primeiro, assinala cuidado com a novidade religiosa, a igreja local, que alguns dias à frente iria necessitar de muito mais esforço por causa do crescimento que de fato ocorreu e as exigências que vieram abruptamente: …agregaram-se quase três mil…” pelo batismo. Atos 2:41. Certamente, o novo tesoureiro liderava, agora, uma equipe econômica, até porque, o que fizeram em tão pouco tempo, não era para menos: “Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseveravam unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração… Atos 2:44-46. O volume de dinheiro na igreja deve ter sido muito alto e a estratégia desenvolvida pelo novo tesoureiro e no sistema de finanças novo, numa igreja nova, que há pouco tempo vigorava no Novo Testamento, deu muito certo, como o texto informa! Além disso, o sistema de ofertas que veio do AT, também, foi alterado por causa da natureza do novo modelo de vida religiosa e relacionamento com Deus: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda boa obra…” II Coríntios 9:7-8.
Portanto, dízimos e ofertas, a partir do NT, têm conotação própria, sem qualquer relação com Malaquias 3:10! O dízimo está vinculado à justiça, à misericórdia e à fé. A oferta está associada ao amor de Deus derramado em nossos corações quando nos convertemos a Cristo e recebemos o Espírito Santo como hóspede permanente. (Rom. 5:5).
A IGREJA LOCAL precisa de dinheiro. Não somente porque hoje todas as pessoas físicas e jurídicas precisam de dinheiro para funcionar, mas, mui especialmente, porque a obra do ministério da igreja é sustentada pela igreja! (Efésios 4:11-12). E dentro disso o pastor é a “peça” principal e precisa ser remunerado por ser “…digno de duplicada honra…” I Tim. 5:17. Então, a prioridade da igreja é o pastor, em matéria de investimento, e a recíproca é verdadeira, também! Em segundo lugar o investimento da igreja deve ser direcionado para os membros… e, depois… Pastor Gilson
O Dinheiro na Igreja! – V
“Então, a prioridade da igreja local é o seu pastor, em matéria de investimento direto! Em segundo lugar, o investimento da igreja local deve ser direcionado para ela mesma através dos seus membros… e, depois…” deve haver um programa consolidado dentro da realidade presente e do futuro que se pretende ter! Bom, aí leva-se em conta o caráter da igreja que se faz a partir do vínculo de compromisso dos membros com o corpo eclesiástico, bem claro e livre: pastor, local, condição e situação vigentes, perspectiva, tempo, etc. para uma igreja que esteja começando! Isto pode ser mais sofisticado e rápido numa igreja que existe já com raízes e conhecimento experimental de vida contemporânea. E, tudo isto precisa de dinheiro! Acha que não? Como a igreja consegue dinheiro? Como já vimos, isto se dá através de dízimos e ofertas, seguindo os critérios bíblicos (NT)! Mas, isto depende de cada membro! Pense!
O dinheiro que circula no mundo, hoje, se contarmos só o que está na área de aplicação financeira, para ser aplicado em países emergentes, o montante vai além de 30 trilhões de dólares! Isto é dinheiro suficiente para “resolver” a escassez mundial!!! Parte dessa dinheirama pertence a crentes em Cristo, sabia?! Tiago chamou a atenção dos ricos para as reais condições subjacentes à situação que eles viviam: não importa qual seja, você não tem qualquer garantia sobre o amanhã, quando você pensa que vai fazer isso ou aquilo; é sábio aquele que inclui Deus no seu cronograma, pois, evitará o desvario! (Tiago 4:13 até 5:8).
O Sistema Financeiro Mundial é conhecido e os caminhos para participar dele são variáveis: também aí está a ala do certo e a ala do errado, a escolha é de cada um, mas, as conseqüências são de todos, não se esqueça, sejam boas ou más! As desgraças que o mundo experimenta hoje são frutos dos erros cometidos nesta área. A parábola dos talentos é a receita de Jesus sobre uma relação sadia com o dinheiro neste mundo (Mateus 22:17-22; 25:14-27)! Não precisamos inventar um modelo novo! É possível que a nós nos falte empenho suficiente e colaboração efetiva dos que estão em posições estratégicas no mundo financeiro. Falta um plano desenvolvido dentro das regras do Sistema e com os itens todos preenchidos para obtermos os efeitos necessários e úteis.
Os ricos deste mundo, sejam crentes ou não, têm uma missão não cumprida na busca dos efeitos das riquezas lícitas conquistadas. A mesma inteligência que as fez adquirir deveria encarregar-se de encontrar um caminho orientado por Jesus nos textos bíblicos acima para que produzam os efeitos de sua finalidade diante de Deus, para servir à vida terrena, onde o dinheiro pode ser útil…
Há igrejas que têm mais dinheiro do que outras. Porque os membros é que refletem o potencial financeiro de cada igreja. Além dos crentes sonegadores da contribuição para a igreja há os que manipulam o dinheiro destinado à igreja local, pelos mais variados falsos motivos! Em muitos casos tratar deste assunto com objetivo claro é a solução! GCS
O Dinheiro na Igreja! – VI
Pobres e ricos precisam ter a mesma noção do significado e valor do dinheiro também no seio da igreja local. Não apenas referente ao aspecto técnico que abordamos aqui no início desta série, e que enviei solicitação ao Banco Central do Brasil e ainda não obtive resposta para lhes passar!
Mas, como crentes, precisamos ter a noção cristã ou bíblica, para lidarmos com o dinheiro corretamente; seja ele pouco ou muito. E, neste caso, temos de consultar a Deus na Bíblia. Deus já falou tudo sobre tudo e toda e qualquer consulta que tivermos de fazer a Deus temos o caminho seguro de Sua resposta na Bíblia, a Palavra de Deus. E não é orando que vamos “ouvir” a resposta de Deus, é lendo e estudando com afinco, seriedade, profundidade, busca, persistência, como é dada a orientação da Bíblia. Já frisamos que a oração tem outra finalidade, hoje! Ela é um meio de um contato com Deus, de nós para Ele. Jesus ensinou-nos que a oração é um mecanismo de comunicação de nossa iniciativa: “Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome…” Quanto mais oramos melhor para nós dentro da finalidade que a oração tem: Relacionamento Direto com Deus, nós falamos com Ele. Estudar a Bíblia é um mecanismo de Relacionamento Direto de Deus conosco, Ele nos fala, diretamente, pelo conhecimento do conteúdo bíblico:
“Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a sua esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que nos concede abundantemente todas as coisas para delas gozarmos; que pratiquem o bem, que se enriqueçam de boas obras, que sejam liberais e generosos, entesourando para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a verdadeira vida. I Timóteo 6:17-19. Temos que administrar o dinheiro. Depois que surgiu o dinheiro temos essa necessidade seja qual for o volume de dinheiro. Pobre e rico são os dois extremos da questão. Entre esses há os médios que constituem uma gama muito vasta. Todos devemos ter o mesmo comportamento diante de Deus para fazermos o que tem de ser feito e como deve ser (de acordo com a orientação bíblica), sobre o dinheiro…
Eu percebo que de modo geral, no Brasil, há muitos crentes (maioria?!) que têm um sentimento de fidelidade na contribuição para a igreja local. Mas, a luta é grande, também, em face deles não terem uma convicção bíblica de contribuir para a igreja da qual são membros além das dificuldades financeiras de cada um, ou dos apertos financeiros. Claro que nas igrejas mais “pobres” os dois problemas são agravados… porque, numa igreja de média para grande, ainda que com a não contribuição de alguns ou com a sua diminuição, a falta de recursos é minimizada pelo volume de contribuintes se a fidelidade existir! Mas nas igrejas pequenas ou muito pequenas e de pobres a coisa complica porque fica o déficit… e a escassez vai aumentando e piorando as coisas! E, o pastor ou “administrador” entra em pane!! E muitos problemas nascem e outros pioram…
Há crentes que fazem parte da solução e mesmo em meio a todas as dificuldades buscam saídas inusitadas. Já ouvimos falar de crentes que inventam atividades para si mesmos com o fim de contribuírem e ajudar. Quando um crente sai de uma igreja pequena certamente prejudica esta área da igreja, porque é um a menos e passa a faltar uma contribuição! Nossa igreja é muito pequena e pobre mas os membros são fiéis por convicção e pontuais. Outro dia uma irmã não pôde entregar a contribuição no dia habitual, utilizando-se de ônibus no dia seguinte veio trazer aqui bem cedo! Ela sabe da importância da contribuição e das datas! Pastor Gilson
O Dinheiro na Igreja! – VII
Os apertos financeiros e até a escassez econômica estão por toda parte, pois, o mundo atual está estruturado sobre o dinheiro!
As igrejas não escapam e, além disso, há igrejas que são fomento para a situação, porém, a maioria delas padece em meio às dores causadas pelos problemas, mesmo não fazendo parte deles!
Hoje, estamos encerrando esta série. Minha recomendação é que você leia aí ao lado Rumo ao Espaço Sideral – V que também é o último da sua seqüência e trata da nossa situação para depois deste mundo regido pelo dinheiro! Lá o dinheiro não teria a menor influência, seria mesmo inútil e não poderia gerar as situais daqui! Enquanto aqui, o dinheiro é o mote das realizações!! Da vida!!…
Fazendo palestra motivacional desafiei os participantes, assim: Mostrem qualquer coisa em vocês que não custe dinheiro! Não foi possível achar nada! Até o perfume do sabonete custou dinheiro… claro, além da água, da energia elétrica para aquecê-la, o custo para lavar a toalha na qual se enxugou, a luz acesa, etc. Agora: e os sapatos, a roupa, a condução, seja individual ou coletiva, etc. Tudo ou quase tudo custa dinheiro e algumas coisas custam muito dinheiro… a ponto de não podermos obtê-las!
Esta situação real atinge a crentes e a não crentes! É um quadro social, portanto, as regras são iguais para todos. A Bíblia ensina o papel do dinheiro e como devemos agir sobre ele! Eu não entendo como nós, crentes sérios, não damos a atenção necessária para que os crentes sejam bem sucedidos na sustentação da vida terrena com suficiência. Adequadamente. O pior é que ainda há “igrejas” que fazem parte do caos que se verifica na vida de muitos crentes. Os templos dessas “igrejas” são pontos ou locais apenas de
ARRECADAÇÃO FINANCEIRA PARA ENRIQUECIMENTO ILÍCITO DOS “PATROCINADORES-APROVEITADORES E SEM ESCRÚPULOS”
com promessas falsas sobre prosperidade, usando o nome de Deus em vão e manipulando a Palavra de Deus (a Bíblia), claro, “firmados” sobre a ignorância, a ambição e a má intenção de pessoas descomprometidas com a honestidade e a sinceridade, como se houvesse uma mágica negando as regras vigentes que de fato havemos de considerar diante de Deus e dos homens!
Tudo isto acontece no vácuo da ineficácia e na falta de empenho de igrejas e pastores sérios, por não termos a coragem suficiente e dominados pelo medo espiritual de amarmos como a Bíblia manda! “Nisto conhecemos o amor: QUE CRISTO DEU A SUA VIDA POR NÓS; E NÓS DEVEMOS DAR A VIDA PELOS IRMÃOS.” I João 3:16.
-Mesmo Jesus tendo advertido com ênfase suficiente sobre o perigo proveniente do engano e dos enganadores: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus.” Mt.7:21. “Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, há de saber se a doutrina é dele…” João 7:17. Está sobre cada um de nós e sobre todos nós o peso da BUSCA DA DOUTRINA VERDADEIRA! Pastor Gilson